
A Finlândia realizou uma série de testes para avaliar novas tecnologias de combate a drones, incluindo o interceptador Hornet Block 1, desenvolvido pela empresa europeia Destinus.
A iniciativa faz parte do esforço das Forças de Defesa finlandesas para ampliar sua capacidade de detectar e neutralizar ameaças aéreas não tripuladas, uma preocupação crescente entre os países da OTAN desde o início da guerra na Ucrânia, conforme apontado pelo site Defence Blog.
Durante o evento de avaliação, diversas empresas apresentaram soluções de interceptação de drones. O Hornet Block 1 chamou atenção por ser projetado especificamente para destruir drones de médio porte, munições vagantes e até enxames de aeronaves não tripuladas, oferecendo uma alternativa mais econômica ao uso de mísseis antiaéreos convencionais.
Segundo a Destinus, o sistema possui alcance superior a 75 quilômetros e utiliza uma combinação de orientação inicial por radar e sensores eletro-ópticos e infravermelhos assistidos por inteligência artificial na fase final da interceptação. Outro destaque é a capacidade de operar em ambientes onde sinais de GPS estejam indisponíveis ou sofrendo interferência eletrônica.
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Os testes ocorreram no contexto das atividades da iniciativa LCI-X (Layered Counter-UAS Initiative) da OTAN, que busca acelerar o desenvolvimento de tecnologias para enfrentar a rápida evolução das ameaças representadas por drones.
A avaliação do Hornet ocorre em um momento em que a Finlândia reforça suas capacidades de defesa após ingressar na OTAN em 2023. Com uma fronteira de aproximadamente 1.340 quilômetros com a Rússia, o país considera a proteção contra drones uma das prioridades de sua estratégia de segurança, acompanhando uma tendência observada em diversos países europeus.
Foto: Ruotuväki. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
